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Brasil foi diretor artístico e regente titular da Orquestra
Sinfônica Brasileira, Sinfônica Municipal de São
Paulo, Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Sinfônica
de Recife, Sinfônica da Paraíba, e dede 1972 até
sua morte foi diretor artístico e regente titular da
Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.
Trouxe para o Brasil o modelo do Festival de Tanglewood, onde
foi professor de regência por dezessete anos, e o aplicou
com sucesso no Festival de Inverno de Campos do Jordão,
Gramado (RS), João Pessoa (PB) e Itu (SP).
Entre as homenagens in memoriam destacam-se as das Orquestras
da Paraíba, Orquestra do Ceará, Orquestra de Porto
Alegre, Filarmônica do Rio de Janeiro, Sinfônica
de Campinas, Festival de Inverno de Campos do Jordão
"Dr. Luis Arrobas Martins", Festival de Artes de Itu,
Governo do Estado de São Paulo e do Ministério
da Educação e Cultura que instituiu o Prêmio
Eleazar de Carvalho.
Na década de 1950 Eleazar regeu todas as óperas
de Carlos Gomes de memória, o que lhe valeu receber,
pós-morte, o prêmio Carlos Gomes em 1996 e 2001.A
universidade de Yale lhe prestou homenagem instituindo o Eleazar
de Carvalho Scholarship, para alunos de regência.
O Festival Internacional de Música, por ele implantado
no Brasil e promovido pela Fundação Eleazar de
Carvalho, juntamente com o governo do Estado do Ceará,
já está em sua quinta edição.
A criação da semana Eleazar de Carvalho como parte
oficial das comemorações do Estado de São
Paulo, é um reconhecimento das autoridades pelos serviços
prestados por ele à cultura brasileira.